quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Alguma coisa acontece no meu coração.

Ainda que tardia tive a ideia de escrever sobre minha viagem à Sampa, tinha vontade de começar a escrever no dia 13 quando saímos do aeroporto do Recife, mas fui adiando e adiando, hoje dia 17 de Janeiro de 2009 enfim comecei.

Trajeto – Recife – Rio de Janeiro – São Paulo (sem muitos comentários sobre a viagem, apenas uma dica, nunca deixe pra comer algo no aeroporto Tom Jobim-RJ é um assalto à mão armada)

Quando o avião se aproximava de São Paulo me veio uma pergunta a mente “puts de onde veio tanto concreto” para meus olhos acostumados com uma João Pessoa, pacata e acanhada, aquilo tudo para mim era extasiante, tanto que minhas atenções nem estavam mais voltadas para os preparativos do pouso, eu queria ver um pouco mais desta imponente nuvem de concreto e gente por um ângulo mais altaneiro, forçar os prédios a olharem para mim, já que nos dias que se seguem eu quase teria um torcicolo de tanto contemplar o topo dos arranha céus

No “fantástico mundo de Pablo” parecia que todo o esforço brasileiro de ser Brasil em pedra e cimento estava ali, naquelas ruas cheias de altos edifícios e entrecortada pela alma de brasileiros de todos os calibres muitos deles nordestinos como eu.

Enfim meu primo veio nos buscar no aeroporto de Congonhas e nos conduziu à sua casa em Baruerí, nosso porto-seguro em terras paulistas, no outro dia costuramos a São Paulo que os turistas não se interessam em conhecer, tinha se iniciado minha epopeia paulistana, nos dias que se seguiram percebi o quanto meu senso de direção deveria ser aguçado para me acostumar a esta cidade.

E quanto ao título... sei lá mas Sampa ficou na minha cabeça, pode ter sido por que “quando lhe encarei frente a frente não vi o meu rosto”.

Um comentário:

Lindi disse...

nos buscar???buscar quem cara pálida???vc devia contar como vc foi parar nessa Selva de pedra moço...rs...fico no aguarde...!!!